21/08/2025
21/08/2025 13h50
Por Mais Conasems
O sétimo episódio da websérie sobre os novos indicadores do componente de qualidade do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) trata da ampliação do acesso a esse nível de atenção. O foco é o indicador C1, que mede a relação entre atendimentos programados, realizados por profissionais da APS, e aqueles decorrentes de procura espontânea.
Neste vídeo, o diretor do Departamento de Estratégias e Políticas de Saúde Comunitária (DESCO/SAPS), José Eudes, explica os conceitos de demanda programada e espontânea. A primeira corresponde a situações em que o usuário necessita de acompanhamento regular, como no caso de uma gestante. Já a segunda ocorre quando o paciente busca atendimento imediato, sem agendamento prévio.
Para ilustrar, o diretor exemplifica: “Se uma gestante procura uma Unidade de Saúde por conta de um resfriado, ela não entraria como consulta agendada. Apesar de, em uma circunstância normal, ela seria classificada como consulta programada”, esclarece. Ele ressalta ainda a importância do equilíbrio: “A gente não pode trabalhar com extremos, temos que evitar uma agenda totalmente programada, pois dificulta o acesso às pessoas que podem necessitar de uma avaliação rápida e de urgência. Devemos equilibrar os atendimentos programados, com os de consulta e demanda espontânea no serviço de saúde”, destaca.
O episódio também apresenta orientações sobre o registro de ambos os tipos de atendimento no prontuário eletrônico, por meio do e-SUS APS. As informações são detalhadas pela analista de Informação do e-SUS APS, Janaína Guimarães.
A websérie é uma oportunidade para valorizar o trabalho das equipes de saúde e fortalecer o cuidado centrado nos usuários do SUS. Assista ao vídeo completo do Indicador C1 e confira a playlist com todos os episódios. O conteúdo também está disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem.