23/12/2025
23/12/2025 14h18
Por Mais conasems

Reprise em quatro edições do Estação SUS resgata o debate sobre Arboviroses, as doenças causadas por vírus transmitidos por mosquitos e que são mais comuns durante esta época do verão. A reexibição de programas começa pelo episódio 44, sobre o Manejo Clínico das Arboviroses. Alessandro Chagas, assessor técnico do Conasems, Cleunici Godois, especialista em Gestão Clínica e André Ribas Freitas, professor de Epidemiologia da Faculdade São Leopoldo Mandic, em Campinas/SP conversam sobre prevenção, tratamento e acompanhamento dessas doenças causadas por vírus transmitidos por mosquitos.
“Quando a gente fala em dengue, em arboviroses, há uma necessidade de a gente pensar na organização dos serviços oferecidos, especialmente pela Atenção Primária à Saúde, que é a porta de entrada do SUS. Para que a população tenha um atendimento qualificado, é indispensável pensar no acolhimento e em uma classificação de risco adequada do paciente”, explica Cleunici Godois, no videocast.
“Durante uma epidemia, há um grande número de pacientes que procuram uma Unidade Básica de Saúde e não é correto atender pela ordem de chegada. Ele precisa ser priozado de acordo com essa classificação, reduzindo a espera por atendimento e o risco de morte”, complementa André Ribas.
Alessandro Chagas ressalta que a gestão da saúde pública é tripartite, exigindo atenção dos três entes federados em relação ao manejo das arboviroses: “todos temos responsabilidades, não só os municípios. Os estados têm que estar juntos, organizando essas referências, e a União também, fazendo mais treinamentos.”
O Estação SUS 44 vai ao ar nesta quarta, 24, às 15h30, em mais.conasems.org.br/tv e já está disponível em nosso canal do YouTube: https://youtu.be/CpSrsizJvJ8?s... yvY nExt K4X . Assista na íntegra agora mesmo
Qual a diferença entre Dengue e Chikungunya?
Em sequência o Estação relembra características que diferem a Dengue da chikungunya.
No 45° episódio do videocast, o assessor técnico do Conasems, Alessandro Chagas, recebe André Ribas Freitas, professor de Epidemiologia da Faculdade São Leopoldo Mandic de Campinas (SP), para falar sobre o tema.
Inicialmente as doenças são bem parecidas, mas elas se diferenciam nas complicações, essas doenças são causadas por vírus de famílias distintas, explica o epidemiologista no videocast.
Embora alguns casos de dengue apresentam encefalite, por exemplo, isso é muito raro, ressalta André Ribas: “já na chikungunya, é mais frequente, como também a inflamação no coração. Outra questão é que as complicações de choque da dengue ocorrem até o décimo dia de sintoma, no máximo, enquanto estudos demonstram que o risco de morte em pacientes com chikungunya se mantém até três meses depois do início do quadro, ou seja, ela é uma doença mais arrastada em termos da sintomatologia”. Confira!
Estratificação de Risco e Uso de Ovitrampas no Controle de Arboviroses
No combate ao Aedes aegypti, várias tecnologias são empregadas atualmente no Brasil, como a estratificação de risco territorial para arboviroses e o monitoramento por ovitrampas. Entenda melhor o que são essas tecnologias no Estação SUS 46, que será reexibido no canal Mais Conasems. O videocast é com Rosângela Treichel, consultora técnica do Conasems, Cristiane Pantaleão, diretora financeira do Conselho e secretária municipal de Saúde de Ivaiporã (PR), e Aline Rapello, consultora técnica da Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde (MS).
Esta edição também apresenta depoimentos do presidente da Federação Nacional dos Agentes de Saúde e Endemias (FENASCE), Luís Claudio de Souza, e da presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias (CONACS), Ilda Angélica Correia, sobre a atuação integrada de ACS e ACE no enfrentamento de casos de dengue em todo o país.
O episódio 46 do Estação SUS vai ao ar nesta quarta, 07, às 15h30, em mais.conasems.org.br/tv e já está disponível em nosso canal do YouTube. Vhttps://youtu.be/kyioM1-YrwE?si=VcEbimC_10_yqmly.