01/07/2026
01/07/2026 17h23
Especialista do Ministério da Saúde explica como o pré-natal qualificado, o diagnóstico precoce e a atuação integrada entre os serviços de saúde têm fortalecido o enfrentamento dessas infecções no SUS.
Como o Brasil tem avançado na eliminação da transmissão vertical do HIV, da sífilis, da hepatite B e do HTLV? Esse foi o tema do episódio 112 do Estação SUS. O assessor técnico do Conasems e apresentador do programa, Alessandro Chagas, conversou com a coordenadora-geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, Pâmela Cristina Gaspar, sobre as estratégias que vêm fortalecendo a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento dessas infecções no Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante a entrevista, Pâmela Cristina Gaspar explicou que a transmissão vertical pode ocorrer durante a gestação, o parto ou a amamentação, mas ressaltou que, com um pré-natal de qualidade, diagnóstico precoce e tratamento adequado para gestantes e recém-nascidos, é possível evitar a transmissão e reduzir seus impactos na saúde pública.
Outro tema abordado foi a estratégia nacional de certificação de estados e municípios que alcançam as metas estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde para a eliminação da transmissão vertical. O reconhecimento leva em consideração indicadores de impacto e a qualidade da assistência prestada à população.
A conversa também destacou a importância da atuação integrada entre a Atenção Primária à Saúde, a vigilância em saúde, as maternidades e os serviços especializados para garantir o cuidado contínuo às gestantes e às crianças. A articulação entre os diferentes níveis de atenção e o compromisso da gestão municipal são apontados como fundamentais para ampliar o acesso aos testes, assegurar o tratamento oportuno e consolidar os avanços do SUS no enfrentamento dessas infecções.
Assista ao episódio completo no canal do Conasems no YouTube.